Quando Voltaremos????
Valeu pessoal!!!
GRANDIOSO DEUS, HOUVE um tempo em que nos apavorava pensar em estarmos próximos de ti, pois éramos culpados e estavas irado conosco. Agora, porém, te louvamos porque desviaste a tua ira e nos confortaste. O mesmo trono que era lugar de terror, tornou-se lugar de refúgio. Fujo para ti par me abrigar.
Ansiamos por sair deste mundo, e por esquecê-lo, para ter comunhão com o mundo por vir, falando com aquele que era, que é e que há de vir, o Todo-Poderoso. Senhor, muitas vezes nos preocupamos e cansamos com inquietações; contigo, porém, essas inquietações se acabam, pois tu dominas sobre tudo e quando vivemos em ti, vivemos em abundância, em repouso seguro, em alegria constante.
Temos de pelejar com os filhos dos homens contra milhões de enganos e injustiças mas, quando nos refugiamos em ti, tudo é verdade e pureza e santidade, e nossos corações alcançam a paz. Acima de tudo, nossa luta é contra nós mesmos, e nos envergonhamos disso. Após tantos anos de grande misericórdia, após experimentarmos os poderes do mundo vindouro, ainda somos tão débeis e tolos; mas quando nos despojamos de nós mesmos e nos enchemos de Deus, tudo o que é verdadeiro, puro e santo passa a nos preencher, e nossos corações encontram paz, sabedoria, plenitude, gozo, alegria e vitória.
Oh, por favor, leva-nos para junto de ti. Deixa-nos mergulhar na comunhão com Deus. Bendito seja o amor que nos escolheu antes mesmo da fundação do mundo. Nossa adoração a ti jamais será suficiente diante da tua soberania, a soberania do amor com que nos enxergaste nas ruínas do pecado e nos amaste mesmo assim.
Louvamos ao Deus da Câmara do Conselho Eterno e da Aliança Perpétua. Onde encontraremos palavras suficientemente adequadas para louvar a ti, que nos deste graça em Cristo, teu Filho, antes de espalhar o firmamento estrelado.
Este texto está no tópico - C. H. Spurgeon
Além da grande tragédia que experimentou, pouco sabemos da vida de Oséias. Era filho de Beeri, de Issacar. Nascido em Bete-Sames, era originário do Reino do Norte. Começou o ministério nos últimos trintas anos do reinada de Jeroboão II; portanto, era contemporâneo do rei Uzias.
Profetizou na mesma época de Isaías e de Amós. O quarteto conhecido como "os profetas do século VIII" - Amós, Oséias, Isaías e Miquéias - se compunha de homens de Deus poderosos, cuja contribuição às profecias do AT, em conjunto, jamais seria suficientemente exaltada. Esses quatro profetas-evangelistas foram o "Desafio imortal de Deus ao pecado, à imoralidade, à idolatria e ao paganismo. Transmitiram a mensagem divina e imortal de advertência, de denúncia e de condenação. Com essa palavra severa, anunciaram a promessa divina de esperança, de salvação e de vitória".
Há traços inegáveis da influência de Oséias sobre Isaías, Jeremias e Ezequiel, e "talvez ele seja o único profeta do Reino do Norte cujas sentenças nos chegaram em plenitude literária", diz Ellicot, "incorporando na própria linguagem características do dialeto do norte da Palestina". Oséias é o primeiro da lista dos profetas menores em virtude da "extensão, veemência e patriotismo de suas profecias, bem como de semelhança com as profecias dos grandes profetas".
Este texto está no tópico - Artigos em Série.

PECADO
Leia João 1.1-5
Cristo, o Eterno, Distinto da Pessoa do Pai, o próprio Deus, o Criador de Todas as Coisas, a Fonte, o Criador de Todas as Coisas, a Fonte de Toda Luz e Vida.
O Evangelho de João, que começa com esses versículos, em muitos aspectos difere dos outros três evangelhos. Contém muitos fatos que os outros omitem,e omite muitos que os outras contêm. Facilmente poderíamos apresentar boas razões pra existirem estas diferenças, mas é suficiente lembrar que Mateus, Marcos, Lucas e João escreveram sob a inspiração direta de Deus. No plano geral e nos detalhes particulares de seus respectivos evangelhos (tudo quanto registraram ou deixaram de registrar), todos os quatro foram igual e completamente guiados pelo Espírito Santo.
Quanto aos fatos que o apóstolo João foi especialmente inspirado a relatar, basta fazer uma observação: os assuntos que são peculiares a esse evangelho estão entre as possessões mais preciosas da igreja de Cristo.
Nenhum dos outros evangelistas faz declarações tão completas como as que vemos nesse evangelho , sobre a divindade de Cristo, a justificação pela fé, os ofícios de Cristo, a operação do Espírito Santo e os privilégios dos que crêem, Sem dúvida, Mateus, Marcos e Lucas não silenciaram sobre estes grandes ensinamentos. Mas, no Evangelho de João, eles se destacam de forma tão proeminente, que podem ser percebidos mesmo por aqueles que lêm-no com rapidez.
Os cincos primeiros versículos contêm uma declaração de incomparável sublimidade a respeito da natureza divina do nosso Senhor Jesus Cristo. Acima de qualquer dúvida, quando João menciona “o Verbo” está se referindo a Cristo. Com toda certeza, há grande profundidade nesta declaração, cuja compreensão está muito além do entendimento do homem. Ainda assim, há claros ensinamentos na passagem, os quais todo crente deveria guardar como tesouro no coração.
Este texto está no tópico - Comentário Bíblico
Um dos momentos mais dramáticos em minha vida, na formação de minha teologia, ocorreu em uma sala de aula de um seminário. Um de meus professores foi ao quadro negro e escreveu estas palavras em letras garrafais:
A REGENERAÇÃO PRECEDE A FÉ
Aquelas palavras foram um choque para o meu sistema. Eu tinha entrado no seminário crendo que a obra principal do homem para efetivar o novo nascimento era a fé. Eu pensava que nós tínhamos que primeiro crer em Cristo, para então nascermos de novo. Eu uso as palavras "para então" aqui por uma razão. Eu estava pensando em termos de passos que deviam ocorrer em uma certa seqüência. Eu colocava a fé no princípio. A ordem parecia algo mais ou menos assim:
"Fé - novo nascimento -justificação."
Eu não tinha pensado sobre esse assunto com muito cuidado. Nem tinha atentado cuidadosamente às palavras de Jesus a Nicodemus. Eu presumia que mesmo sendo um pecador, uma pessoa nascida da carne e vivendo na carne, eu ainda tinha uma pequena ilha de justiça, um pequeno depósito de poder espiritual remanescente em minha alma para me capacitar a responder ao Evangelho sozinho. Possivelmente eu tinha sido confundido pelo ensino da Igreja Católica Romana. Roma, e muitos outros ramos do Cristianismo, tem ensinado que a regeneração é graciosa; ela não pode acontecer aparte da ajuda de Deus.
Nenhum homem tem o poder para ressuscitar a si mesmo da morte espiritual. A divina assistência é necessária. Esta graça, de acordo com Roma, vem na forma do que é chamado graça preveniente. "Preveniente" significa que ela vem antes de outra coisa. Roma adiciona a esta graça preveniente o requerimento de que devemos "cooperar com ela e assentir diante dela", antes que ela possa atuar em nossos corações.
Este texto está no tópico - Fundamentos da Fé Cristã
- Deus nos abençoa muitas vezes cada vez que nos abençoa.
- O divino abençoa o humano pra que este possa bendizê-lo.
- A adoração mecânica é fácil, porém nada vale.
-A adversidade tem menos poder para prejudicar do que a prosperidade.
-A adversidade santifica aviva nossa sensibilidade espiritual
- Deus concede às pequenas criaturas grandes alegrias.
- Como uma alma pode chegar a algum lugar, se estiver sempre mudando de rumo? Nao se pode semear em Berseba e correr para ceifar em Dã.
-Almas santificadas não podem hospedar-se em corpos imundos.
- Conta-se que Aníbal dissolveu as rochas dos Alpes com vinagre. Cristo dissolve nossos corações com amor.
- Não sejamos amordaçados como cães para agradar ao mundo ou a seus mestres.
- Um argumento vivo é invencível...
Este texto está no tópico - C. H. Spurgeon

Nos dias de Eli, a palavra do Senhor era preciosa, e não havia visão aberta. Foi ótimo que quando a palavra veio mesmo, um indivíduo escolhido tinha o ouvido que escutava para recebê-la, e o coração obediente para executá-la. Eli não educou seus filhos para serem os servos dispostos e os ouvintes atentos à palavra do Senhor. Nisso lhe faltava a desculpa de ser incapaz, porque treinou a criança Samuel com bom êxito em ser reverentemente atento à vontade divina. Ah, que aqueles que são diligentes com as almas de outros olhassem bem as suas próprias famílias. Mas ai do pobre Eli--como muitos em nossos dias, fizeram-te guarda dos vinhedos, mas tua própria vinha tu não guardaste. Sempre que olhava a criança graciosa, Samuel, deve ter sentido a dor de coração. Quando se lembrava de seus próprios filhos negligenciados e não punidos, e como se tornaram vis aos olhos de toda Israel, Samuel era o testemunho vivo do que a graça pode operar quando as crianças são educadas no temor do Senhor; e Hofni e Finéias eram tristes exemplos do que a tolerância demasiada dos pais pode causar nos filhos dos melhores dos homens. Ai, Eli, se você tivesse sido tão cuidadoso com seus próprios filhos como com o filho de Ana, não teriam sido homens de Belial como foram, nem Israel teria detestado as ofertas do Senhor por causa da fornicação que aqueles réprobos sacerdotes cometiam bem na porta do tabernáculo. Ah, que tenhamos graça para cuidar de nossos pequeninos pelo Senhor, para que eles possam ouvir o Senhor quando ele se agradar em lhes falar.
O Artigo anterior de Confissões foi:
Deus é Inefável
O que és, portanto, meu Deus? O que és, pergunto eu, senão o Senhor meu Deus? “Quem é, pois, senhor, senão o Senhor? Ou quem é deus, senão nosso Deus?” (Sl 18.17).
Ò altíssimo, infinitamente bom, poderosíssimo, antes todo-poderoso, misericordiosíssimo, justíssimo, ocultíssimo, presentíssimo, belíssimo e fortíssimo, estável e incompreensível, imutável eu tudo mudo, nunca novo (é novo quem adquire algo que antes não possuía; portanto, quem é perfectível) e nunca antigo, tudo inovando(Ap 21.5), conduzindo à decrepitude os soberbos, sem que disto se apercebam (Jó 9.5), sempre em ação e sempre em repouso, recolhendo e de nada necessitando; carregando, preenchendo e protegendo; criando, nutrindo e concluindo; buscando, ainda que nada te falte.
Amas e não te apaixonas; tu és cioso(Gl 2.18; Zc1.14; 8.2), porém tranqüilo; tu te “arrependes” (Cf Gn 6.6) sem sofrer; entras em ira (Ex 4.14), mas és calmo; mudas as coisas sem mudar o teu plano; recuperas o que encontras sem nunca teres perdido; nunca estás pobre, mas te alegras com os lucros; não és avaro e exiges juros (Mt 25.27); nós te damos em “excesso” (Lc 10.35), para que sejas nosso devedor. Mas, quem possui alguma coisa que não SEJA TUA? Pagas as dívidas, sempre sem que devas a ninguém, e perdoas o que te é devido, sem nada perderes.
Este texto está no tópico - Agostinho
Que controvérsias têm sido engendradas por este assunto no passado! Mas que verdade das Escrituras Sagradas existe que não se tenha tornado em ocasião para batalhas teológicas e eclesiásticas? A deidade de Cristo, Seu nascimento virginal, Sua morte expiatória, Seu segundo advento; a justificação do crente, sua santificação, sua segurança; a Igreja, sua organização, oficiais e disciplina; o batismo, a ceia do Senhor, e uma porção doutras preciosas verdades que poderiam ser mencionadas. Contudo, as controvérsias sustentadas não fecharam a boca dos fiéis servos de Deus; então, por que deveríamos evitar a disputada questão da presciência de Deus porque, com efeito, há alguns que nos acusarão de fomentar contendas? Que outros se envolvam em contendas, se quiserem; nosso dever é dar testemunho segundo a luz a nós concedida.
Há duas coisas referentes à presciência de Deus que muitos ignoram: o significado do termo e o seu escopo bíblico. Visto que esta ignorância é tão amplamente generalizada, é fácil aos pregadores e mestres impingir perversões deste assunto, até mesmo ao povo de Deus. Só há uma salvaguarda contra o erro: estar firme na fé. Para isso, é preciso fazer devoto e diligente estudo, e receber com singeleza a Palavra de Deus infundida. Só então ficamos fortalecidos contra as investidas dos que nos atacam. Hoje em dia existem os que fazem mau uso desta verdade, com o fim de desacreditar e negar a absoluta soberania de Deus na salvação dos pecadores. Assim como os seguidores da alta crítica repudiam a divina inspiração das Escrituras e os evolucionistas a obra de Deus na criação, alguns mestres pseudo-bíblicos andam pervertendo a presciência de Deus com o fim de pôr de lado a Sua incondicional eleição para a vida eterna.
Quando se expõe o solene e bendito tema da preordenação divina, e o da eterna escolha feita por Deus de algumas pessoas para serem amoldadas à imagem do Seu Filho, o diabo envia alguém para argumentar que a eleição se baseia na presciência de Deus, e esta “presciência” é interpretada no sentido de que Deus previu que alguns seriam mais dóceis que outros, que responderiam mais prontamente aos esforços do Espírito e que, visto que Deus sabia que eles creriam , por conseguinte, predestinou-os para a salvação. Mas tal declaração é radicalmente errônea. Repudia a verdade...
Este texto está no tópico - Fundamentos da Fé Cristã
O que é Pragmatismo?
Pragmatismo é a noção de que o significado ou o valor é determinado pelas conseqüências práticas. É muito similar ao utilitarismo, a crença de que a utilidade estabelece o padrão para aquilo que é bom. Para um pragmatista/utilitarista, se uma determinada técnica ou um curso de ação resulta no efeito desejado, a utilização de tal recurso é válida. Se parece não produzir resultados, então não tem valor.
O pragmatismo como filosofia foi desenvolvido e popularizado no final do século passado pelo filósofo William James, junto com outros intelectuais famosos como John Dewey e George Santayna. Foi William James que deu o nome e molde à nova filosofia. Em 1907, ele publicou uma coleção de preleções intitulada Pragmatismo: Uma Nova Nomenclatura para Algumas Velhas Formas de Pensar. Assim, delineou uma nova abordagem para a verdade e a vida.
O pragmatismo tem suas raízes do darwinismo e no humanismo secular. É inerentemente relativista, rejeitando a noção dos absolutos - certo e errado, bem e mal, verdade e erro. Em última análise, o pragmatismo define a verdade como aquilo que é útil, significativo e benéfico. As idéias que não parecem úteis ou relevantes são rejeitadas como sendo falsas.
O que há de errado com o pragmatismo? Afinal de contas, o bom senso requer uma dose de pragmatismo legítimo, não é mesmo? Se uma torneira que vazava constantemente volta a funcionar após Ter sido substituído o "reparo" gasto, é razoável supor que o problema estava no "reparo" gasto. Se o medicamento receitado por seu médico tem efeitos colaterais, ou se não produz o resultado esperado, você precisa solicitar-lhe um remédio que funcione. Realidades pragmáticas simples como essas são, por si mesmas, óbvias.
Quando o pragmatismo, entretanto, é utilizado para formularmos juízo acerca do certo e do errado ou quando se torna a filosofia norteadora da vida, da teologia e do ministério, acaba, inevitavelmente, colidindo com as Escrituras. A verdade espiritual e bíblica não é determinada baseando-se no que "funciona" ou no que "não funciona". Sabemos por intermédio das próprias Escrituras, por exemplo, que o evangelho freqüentemente não produz uma resposta positiva (1 Co 1:22,23 e 2:14). Por outro lado, as mentiras satânicas e o engano podem...
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"O que significa esta cerimônia?" (Êxodo 12)
Qualquer mal presente será bastante aliviado se voltares teu pensamento para os males futuros, que são tantos, tais e tão grandes que só a um deles é atribuído aquele grande e único dos principais sentimentos chamados temor; de acordo com a definição de alguns, e temor é o sentimento, chamado do mal futuro, de sorte que também o apóstolo diz em Rm 11.20: “Não sejas soberbos, mas teme”. E este mal é tanto maior quanto mais é incerto como será e em que medida, de maneira que se tornou comum o provérbio popular: “Não há idade imune à sarna”, ainda que este seja uma doença infantil, de crianças pequenas.
A tal ponto ninguém está livre e a salvo dos males de qualquer outra pessoa, mas qualquer coisa que um sofre, o outro também o pode sofrer. Isso vale para todos os acontecimentos históricos e tragédias de todos os tempos, os lamentos do mundo inteiro.
Vale, de acordo com o que certas pessoas observaram para as mais de 300 doenças que podem fazer sofrer o corpo humano. Se existem tantas doenças, de quantos outros males, achas, são atacados os bens, os amigos, por fim, a própria mente, que de todos os males é o objeto principal e o único receptáculo da tristeza e dos males?
A força e a percepção dos males aumenta quanto mais elevado e digno for o status no qual a miséria, a ignomínia e tudo quanto é coisa indigna (podem ocorrer ). E como também podem acontecer de repente, é necessário temê-las a toda hora, pois todas pendem de um tênue fio, como aquela espada que o tirano Dionísio ( Governante de Siracusa no século IV a.C. ) suspendeu sobre a cabeça de seu convidado.
Este texto está no tópico - Martinho Lutero
