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Domingo, Outubro 22, 2006

Quando Voltaremos????

A princípio retornaríamos a postar no Blog no dia 25 de Outubro - Mas ainda não há uma previsão do dia que retornaremos.

Valeu pessoal!!!




Sexta-feira, Setembro 22, 2006

FÉRIAS!!!!!!!!!!!!!

O Blog está entrando de férias por um mês.
Estou precisando descansar.

Se Deus quiser no dia 25 de Outubro estaremos de volta.

Até lá.
Josemar Bessa




Quinta-feira, Setembro 21, 2006

Devocionais - 21 Setembro

DEVOCIONAIS
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MISERICÓRDIA - (C. H. Spurgeon)
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“Porque diz a Moisés: Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia e terei compaixão de quem me aprouver ter compaixão”. Romanos 9:15
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A partir destas palavras deduzimos que o Senhor pode e tem o pleno direito de dar e retirar a sua misericórdia em conformidade com a Sua espontânea vontade. Os homens obrigam, Deus dá a quem entende que vai usar da Sua misericórdia para se arrepender e não para se corromper. Tal como o livre arbítrio dum monarca sobre a vida de todos os seus súbitos, assim faz Deus também, condenando e absolvendo todos os que são ou culpados ou inocentes a Seus olhos, mediante a Suas leis.
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Os homens, pelos seus pecados excluíram-se da Sua graça e Boa-vontade. Merecem perecer. No inferno não terão porque se queixar do caminho que escolheram – era o que queriam, foi aquilo que escolheram! Se por acaso o Senhor sair do Seu caminho para salvar alguns perdidos, Ele pode fazê-lo desde que nunca comprometa as Suas próprias leis de justiça eterna. Se por acaso entender que deve deixar as pessoas perecer, é em conformidade com aquilo que estas merecem – nada demais do que aquilo que já têm sobre si, isto é, culpa eterna diante de Deus. Caso Deus deixe os culpados seguirem em seus caminhos de condenação voluntária, estará exercendo apenas Seus direitos de Justo Juiz. Se um Juiz terreno aplica uma qualquer sentença justa, nenhum homem porá objecções a tal feito.
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O REINO - (M. Lutero)
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Leia em sua Bíblia: Mateus 2.1-3
“Tendo ouvido isso, alarmou-se o rei Herodes e, com ele, toda Jerusalém”.(v.3)
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O REINO DE HERODES E O REINO DE CRISTO
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Aparentemente Herodes era um rei poderoso, vitorioso no campo de batalha. Em qualquer direção que brandisse a espada, era bem sucedido. Era sábio, sensato, poderoso e rico no que diz respeito ao exterior. Mas em questões internas, em sua casa, era totalmente fraco e infeliz. Assim, por fora, Herodes era feliz; mas por dentro, totalmente infeliz. Agora, Cristo, que é o nosso verdadeiro rei, era bem pobre e miserável, desprezado e rejeitado no que diz respeito às aparências externas; entretanto, interiormente, estava pleno de alegria, consolo e coragem.
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Portanto, devemos lutar para que Herodes, que é bem sucedido em questões desse mundo, não nos roube a Cristo, o Rei verdadeiro e gracioso. E embora esteja ele deitado na manjedoura qual criança pobre e miserável, é para lá que temos que ir.
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PRONTO? ( Chambers )
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"Quanto a mim, estou sendo já oferecido por libação", 1 Tim.4.6.
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Pronto Para Ser Oferecido?
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"Eu estou prontificado para ser oferecido agora". Este é um ato de vontade e não sentimental. Diga a Deus que você está pronto para ser oferecido por libação; e depois, sejam quais forem as consequências que advenham disso, não faça a mínima questão de se queixar, não importa qual seja a decisão que Deus toma. Deus nos faz passar por crises a sós; ninguém neste caminho com Ele pode ajudar seu próximo. Exteriormente a vida pode até ainda ser a mesma; a diferença estará na vontade a qual subsiste e permanece.
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Vença essa crise a nível da vontade e, depois, na forma que ela reaparecer exteriormente, você nem pensará no preço que pagou. Se você não for operante segundo a vontade de Deus nessa área, acabará despertando em si auto-lamúria e lastimações injuriosas.
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“Atai a vítima da festa com cordas e levai-a até aos ângulos do altar", Sal.118:27. O altar significa fogo – algo que queima, purifica e separa – com um único propósito: a destruição de todo tipo de afeição e desejo que não tenham sido gerados através de Deus e de todo apego que não tenha sido aprovado por ele. Não é você que os destrói mas sim Deus. Amarre o seu
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As Maravilhas do Calvário (Oração – Spurgeon )

GRANDIOSO DEUS, HOUVE um tempo em que nos apavorava pensar em estarmos próximos de ti, pois éramos culpados e estavas irado conosco. Agora, porém, te louvamos porque desviaste a tua ira e nos confortaste. O mesmo trono que era lugar de terror, tornou-se lugar de refúgio. Fujo para ti par me abrigar.

Ansiamos por sair deste mundo, e por esquecê-lo, para ter comunhão com o mundo por vir, falando com aquele que era, que é e que há de vir, o Todo-Poderoso. Senhor, muitas vezes nos preocupamos e cansamos com inquietações; contigo, porém, essas inquietações se acabam, pois tu dominas sobre tudo e quando vivemos em ti, vivemos em abundância, em repouso seguro, em alegria constante.

Temos de pelejar com os filhos dos homens contra milhões de enganos e injustiças mas, quando nos refugiamos em ti, tudo é verdade e pureza e santidade, e nossos corações alcançam a paz. Acima de tudo, nossa luta é contra nós mesmos, e nos envergonhamos disso. Após tantos anos de grande misericórdia, após experimentarmos os poderes do mundo vindouro, ainda somos tão débeis e tolos; mas quando nos despojamos de nós mesmos e nos enchemos de Deus, tudo o que é verdadeiro, puro e santo passa a nos preencher, e nossos corações encontram paz, sabedoria, plenitude, gozo, alegria e vitória.

Oh, por favor, leva-nos para junto de ti. Deixa-nos mergulhar na comunhão com Deus. Bendito seja o amor que nos escolheu antes mesmo da fundação do mundo. Nossa adoração a ti jamais será suficiente diante da tua soberania, a soberania do amor com que nos enxergaste nas ruínas do pecado e nos amaste mesmo assim.

Louvamos ao Deus da Câmara do Conselho Eterno e da Aliança Perpétua. Onde encontraremos palavras suficientemente adequadas para louvar a ti, que nos deste graça em Cristo, teu Filho, antes de espalhar o firmamento estrelado.

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Este texto está no tópico - C. H. Spurgeon




As Parábolas de Oséias - Introdução

Além da grande tragédia que experimentou, pouco sabemos da vida de Oséias. Era filho de Beeri, de Issacar. Nascido em Bete-Sames, era originário do Reino do Norte. Começou o ministério nos últimos trintas anos do reinada de Jeroboão II; portanto, era contemporâneo do rei Uzias.

Profetizou na mesma época de Isaías e de Amós. O quarteto conhecido como "os profetas do século VIII" - Amós, Oséias, Isaías e Miquéias - se compunha de homens de Deus poderosos, cuja contribuição às profecias do AT, em conjunto, jamais seria suficientemente exaltada. Esses quatro profetas-evangelistas foram o "Desafio imortal de Deus ao pecado, à imoralidade, à idolatria e ao paganismo. Transmitiram a mensagem divina e imortal de advertência, de denúncia e de condenação. Com essa palavra severa, anunciaram a promessa divina de esperança, de salvação e de vitória".

Há traços inegáveis da influência de Oséias sobre Isaías, Jeremias e Ezequiel, e "talvez ele seja o único profeta do Reino do Norte cujas sentenças nos chegaram em plenitude literária", diz Ellicot, "incorporando na própria linguagem características do dialeto do norte da Palestina". Oséias é o primeiro da lista dos profetas menores em virtude da "extensão, veemência e patriotismo de suas profecias, bem como de semelhança com as profecias dos grandes profetas".

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Este texto está no tópico - Artigos em Série.




Quarta-feira, Setembro 20, 2006

Artigos Publicados Hoje


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kEstes são os textos publicados hoje:
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Devocionais:
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01 - Tua Habitação (Spurgeon)
02 -Sofrimento. (Lutero)
03 -Propósitos. (Chambers)
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Bincando de Deus
( Tópico - Fundamentos da Fé Cristã).
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No Princípio era o Verbo...
(Tópico - Comentário Bíblico)
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A Regeneração Precede a Fé
(Tópico - Fundamentos da Fé Cristã)
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Flechas de Spurgeon
(Tópico - C. H. Spurgeon )
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Devocionais - 20 de Setmbro

DEVOCIONAIS
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TUA HABITAÇÃO (C. H. Spurgeon)
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“O Deus eterna é a tua habitação”. Deut. 33:27
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Esta palavra “habitação” pode ser diretamente traduzida para “mansão” ou ainda “lugar de permanência”. Isto faz de Deus a nossa única e própria habitação, a nossa casa. Transparece aqui uma doçura nesta forma de expressão, uma plenitude sem fim, pois é em casa onde nada nos falta, desde o calor familiar, como a comida e todos os utensílios necessários à nossa existência contínua nesse certo local. Mais ainda, é coisa muito chegada ao nosso próprio coração, pois pode até ser a mais humilde cabana ou a casa mais perfeita – nunca deixa de ser coisa chegada a nosso peito e alma. Mais doce ainda se torna nosso Deus ao nosso paladar, quando de fato Ele se torna nosso lar, nosso refúgio dum temporal, nossa habitação segura e permanente.
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É n’Ele que nos movimentamos, é n’Ele que nos temos como seres fragilizados pelas muitas circunstâncias de vida agreste que se nos apresentam diariamente e ininterruptamente. É ali onde nos sentimos bem, porque lá de fato estamos muito bem. Assim e desde logo, basta estarmos em Deus de fato para que nunca mais temamos qualquer coisa vil. Ele apenas, é o nosso abrigo de ali em diante, o nosso refúgio duma tempestade agreste, onde tomamos o nosso posto de descanso eterno. É em casa que temos nosso estado de espírito que nos permite o descanso, pois há pessoas que apenas conseguem dormir em camas familiares, que conhecem como sua. Em casa nunca tememos ser mal entendidos, se nos exprimirmos mal. É ali que descobrimos que não haverá impedimentos ao descanso prometido, onde nos sentimos à-vontade para nunca nos abstermos de ceder ao amor e paz e aconchego dum lar que nos é sempre familiar.
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SOFRIMENTO - (M. Lutero)
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Leia em sua Bíblia: João 14.21-24
“Se alguém me ama, guardará a minha palavra”. (v. 23)
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Amar a Deus no sofrimento
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A igreja na terra precisa estar e lutar em fraqueza, miséria, pobreza, medo, morte, humilhação e vergonha. Pois a situação de aperto certamente fará com que você saia de si mesmo e deixe de confiar em orientação, ajuda e força de homens, e tenha Cristo no coração e considere o seu nome, sua palavra e o reino de Deus as coisas mais importantes, caras e valiosas do mundo. Quem não faz assim, antes ama a sua própria vida, honra e poder pessoal, bem com a estima, amizade, prazer e alegria do mundo mais do que aquilo, para este de nada vale o que está sendo dito aqui. Como o próprio Cristo diz um pouquinho adiante: “Quem não me ama, não guarda as minhas palavras”.
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PROPÓSITOS. ( Chambers )
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"Logo a seguir, compeliu Jesus os seus discípulos a embarcar e passar adiante para o outro lado...", Marc.6.45-52.
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O Propósito de Deus Ou o Meu?
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Temos tendência para pensar que, se Jesus Cristo nos der uma ordem e lhe obedecermos, ele nos levará a um grande sucesso. Nunca devemos colocar nossos sonhos de sucesso como o propósito de Deus para nós; seu propósito talvez seja exatamente o oposto do nosso. Imaginamos que Deus está a levar-nos a um determinado fim, para um alvo desejado; mas ele não está. Chegar ou não a um alvo específico é mero incidente. Aquilo que chamamos de processo, Deus chama de alvo.
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Qual é meu sonho no tocante ao propósito de Deus? O propósito dele é que eu dependa dele e do seu poder. Se eu conseguir manter-me calmo e despreocupado no meio dum tumulto, este é o propósito de Deus. Deus não está a operar visando uma determinada conclusão a meu favor; o alvo dele é o que considero o processo - que eu o veja andando sobre as ondas, sem nenhuma praia à vista, nenhum êxito, nenhum alvo meu; apenas a certeza absoluta de que está tudo bem porque eu o vejo andando sobre o mar. É o processo, não o fim, que glorifica a Deus.
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Estes textos estão no tópico - Devocionais




Brincar de Deus

PECADO

O PECADO É UM TEMA vital e precisamos tomar conhecimento dele. Dizer que a nossa necessidade primária na vida é conhecimento sobre o pecado, pode soar estranho, mas no sentido tencionado, expressa uma profunda verdade. É necessário fixar em nossas mentes, ter idéias “claras sobre o pecado”

Isso porém não é tarefa fácil, pelo menos por três razões.

EM PRIMEIRO LUGAR, a doutrina bíblica do pecado não lisonjeia; e, naturalmente, mostramos aversão a qualquer opinião a nosso respeito que nos seja desfavorável. O nosso instinto de autodesculpa é muito forte, sendo ele mesmo produto do pecado (Gn 3.12,13). Deriva-se daí a tentação de suavizarmos a doutrina no pecado. Homens bons têm cedido a essa tentação, desde o início da igreja. É mister graça e iluminação espiritual para crermos que nossos pecados são um problema sério aos olhos de Deus, conforme a Bíblia nos diz. Precisamos orar para que Deus nos torne humildes e dispostos a aprender, quando estudamos esse tema.

EM SEGUNDO LUGAR, a doutrina bíblica do pecado emerge do conhecimento bíblico acerca da santidade de Deus, conhecimento esse que anda muito escasso em nossos dias. O pecado só pode ser devidamente compreendido pelo lado de dentro, conforme o achamos e nós mesmos.

Tal como Isaías no templo, só começamos a perceber o pecado em nós quando no defrontamos conscientemente com o Deus Santo (Is 6.3-5). No cristianismo moderno, embora os conceitos da boa vontade e da compaixão de Deus muito signifiquem, pouco significam os conceitos acerca da sua santidade e da sua impureza. O fermento do cristão liberal na nossa herança, somando ao indiferentismo moral de nossa cultura, mas a nossa insensível apatia e desinteresse para com as coisas espirituais combinaram-se para suprimir o senso de santidade de Deus. Os escritores realmente autorizados a falar sobre o pecado - o próprio Isaías, Amós, Oséias, Jeremias, Ezequiel, Paulo, João, Agostinho, Lutero, João Calvino, John Owen, Thomas Goodwin, Jonathan Edwards... comunicaram um senso tão poderoso da santa presença de Deus que quase chega a ser tangível. Visto que a sentiam tanto, puderam compartilha-la conosco. Mas, a maioria de nós hoje não tem o conhecimento eu eles tinham do pecado, pois que também não temos a consciência que eles tinham da presença de Deus.

EM TERCEIRO LUGAR, a doutrina bíblica do pecado tem sido secularizada nos tempos modernos. As pessoas continuam a falar sobre o , mas não mais meditam sobre ele de maneira teológica. O termo “pecado” tem deixado de transmitir a idéia de uma ofensa contra Deus e agora indica apenas uma quebra dos padrões...
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Este texto está no tópico - Fundamentos da Fé Cristã




No Princípio era o Verbo...

Leia João 1.1-5

Cristo, o Eterno, Distinto da Pessoa do Pai, o próprio Deus, o Criador de Todas as Coisas, a Fonte, o Criador de Todas as Coisas, a Fonte de Toda Luz e Vida.


O Evangelho de João, que começa com esses versículos, em muitos aspectos difere dos outros três evangelhos. Contém muitos fatos que os outros omitem,e omite muitos que os outras contêm. Facilmente poderíamos apresentar boas razões pra existirem estas diferenças, mas é suficiente lembrar que Mateus, Marcos, Lucas e João escreveram sob a inspiração direta de Deus. No plano geral e nos detalhes particulares de seus respectivos evangelhos (tudo quanto registraram ou deixaram de registrar), todos os quatro foram igual e completamente guiados pelo Espírito Santo.

Quanto aos fatos que o apóstolo João foi especialmente inspirado a relatar, basta fazer uma observação: os assuntos que são peculiares a esse evangelho estão entre as possessões mais preciosas da igreja de Cristo.

Nenhum dos outros evangelistas faz declarações tão completas como as que vemos nesse evangelho , sobre a divindade de Cristo, a justificação pela fé, os ofícios de Cristo, a operação do Espírito Santo e os privilégios dos que crêem, Sem dúvida, Mateus, Marcos e Lucas não silenciaram sobre estes grandes ensinamentos. Mas, no Evangelho de João, eles se destacam de forma tão proeminente, que podem ser percebidos mesmo por aqueles que lêm-no com rapidez.

Os cincos primeiros versículos contêm uma declaração de incomparável sublimidade a respeito da natureza divina do nosso Senhor Jesus Cristo. Acima de qualquer dúvida, quando João menciona “o Verbo” está se referindo a Cristo. Com toda certeza, há grande profundidade nesta declaração, cuja compreensão está muito além do entendimento do homem. Ainda assim, há claros ensinamentos na passagem, os quais todo crente deveria guardar como tesouro no coração.

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Este texto está no tópico - Comentário Bíblico




A Regeneração Precede a Fé

Um dos momentos mais dramáticos em minha vida, na formação de minha teologia, ocorreu em uma sala de aula de um seminário. Um de meus professores foi ao quadro negro e escreveu estas palavras em letras garrafais:


A REGENERAÇÃO PRECEDE A FÉ

Aquelas palavras foram um choque para o meu sistema. Eu tinha entrado no seminário crendo que a obra principal do homem para efetivar o novo nascimento era a fé. Eu pensava que nós tínhamos que primeiro crer em Cristo, para então nascermos de novo. Eu uso as palavras "para então" aqui por uma razão. Eu estava pensando em termos de passos que deviam ocorrer em uma certa seqüência. Eu colocava a fé no princípio. A ordem parecia algo mais ou menos assim:

"Fé - novo nascimento -justificação."

Eu não tinha pensado sobre esse assunto com muito cuidado. Nem tinha atentado cuidadosamente às palavras de Jesus a Nicodemus. Eu presumia que mesmo sendo um pecador, uma pessoa nascida da carne e vivendo na carne, eu ainda tinha uma pequena ilha de justiça, um pequeno depósito de poder espiritual remanescente em minha alma para me capacitar a responder ao Evangelho sozinho. Possivelmente eu tinha sido confundido pelo ensino da Igreja Católica Romana. Roma, e muitos outros ramos do Cristianismo, tem ensinado que a regeneração é graciosa; ela não pode acontecer aparte da ajuda de Deus.

Nenhum homem tem o poder para ressuscitar a si mesmo da morte espiritual. A divina assistência é necessária. Esta graça, de acordo com Roma, vem na forma do que é chamado graça preveniente. "Preveniente" significa que ela vem antes de outra coisa. Roma adiciona a esta graça preveniente o requerimento de que devemos "cooperar com ela e assentir diante dela", antes que ela possa atuar em nossos corações.

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Este texto está no tópico - Fundamentos da Fé Cristã




Flechas de Spurgeon

- Deus nos abençoa muitas vezes cada vez que nos abençoa.

- O divino abençoa o humano pra que este possa bendizê-lo.

- A adoração mecânica é fácil, porém nada vale.

-A adversidade tem menos poder para prejudicar do que a prosperidade.

-A adversidade santifica aviva nossa sensibilidade espiritual

- Deus concede às pequenas criaturas grandes alegrias.

- Como uma alma pode chegar a algum lugar, se estiver sempre mudando de rumo? Nao se pode semear em Berseba e correr para ceifar em Dã.

-Almas santificadas não podem hospedar-se em corpos imundos.

- Conta-se que Aníbal dissolveu as rochas dos Alpes com vinagre. Cristo dissolve nossos corações com amor.

- Não sejamos amordaçados como cães para agradar ao mundo ou a seus mestres.

- Um argumento vivo é invencível...

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Este texto está no tópico - C. H. Spurgeon




Terça-feira, Setembro 19, 2006

Artigos Publicados Hoje


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kEstes são os textos publicados hoje:
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Devocionais:
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01 - Pronto para Ouvir? (Spurgeon)
02 -Ingratidão. (Lutero)
03 -Obcecados. (Chambers)
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Samuel e Seus Mestres
( Tópico - C. H. Spurgeon).
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Deus Inefável
Confissões
(Tópico - Agostinho)
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A Presciência de Deus
(Tópico - Fundamentos da Fé Cristã)
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O Pragmatismo e a "igreja" Hoje
(Tópico - Artigos Teológicos )
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Devocionais - 19 de Setembro

DEVOCIONAIS
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PRONTO PARA OUVIR? (C. H. Spurgeon)
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“E, ouvindo a voz do Senhor Deus, que passeava no jardim à tardinha”, Gen.3:8
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Minha alma, agora que a noite chegou e aquela brisa da tardinha está aqui, retira-te um pouco para a solidão dos teus aposentos e escuta a voz de Deus. Ele sempre esteve pronto a falar desde que estejas pronto a ouvir também. Se existe alguma frieza que te impeça de te comunicares com Ele, a qual não é relutância da Sua parte, mas da tua, pois eis que Ele está à porta e bate e se Seu povo fizer caso disso, Ele entrará para cear com eles com toda a alegria.
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Mas em que estado se acha o meu coração actualmente, o qual é o jardim do Senhor também? Que me aventure a esperar d’Ele que este jardim seja bem podado e tratado, regado continuamente, dando de seus frutos a seu tempo. Mas se não me aventuro, Ele terá muito com que me reprovar, mas mesmo assim oro para que se achegue a mim, pois nada deste mundo me poderá colocar em perfeitas condições como o Sol da Justiça, o Qual traz cura e saúde nas Suas asas. Vem então, Senhor meu Deus, minha alma te convida seriamente e espera por Ti com toda a ansiedade. Vem até mim Senhor Jesus, meu Amado e planta flores novas neste jardim que é meu coração, tais que floresçam em tal perfeição que apenas iguale Teu próprio carácter.
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ingratidão - (M. Lutero)
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Leia em sua Bíblia: Salmo 116.1-14
“Que darei ao Senhor por todos os seus benefícios para comigo? Tomarei o cálice da salvação, e invocarei o nome do Senhor”. (vv. 12.a)
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Assim está escrito no Salmo. E Deus nosso Senhor diz: Sim, meu filho, isso já me basta”.
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Mas, são poucos dos quais o bondoso Pai recebe isso. A maioria despreza sua palavra e blasfema, ignorando que tudo que temos nos foi dado por Deus em sua graça. Mas não se limitam a isso. Chegam a ponto de pendurar no madeiro o Filho de Deus, que foi enviado por Deus para nosso consolo e para salvação do pecado e da morte eterna. Seria de esperar que Deus fosse, simplesmente, inimigo desse mundo, recusando-se a fazer-lhe o bem. Mas ele não se irrita; continua sendo bondoso e gracioso, ajudando, apesar de tudo.
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Por isso, não basta aprender a ser agradecido. É preciso aprender também a virtude que aceita a ingratidão. E essa virtude somente Deus e o verdadeiro cristão têm.Portanto, quem deseja ser cristão, deve aprender que sua bondade, fidelidade e serviço nem sempre virão acompanhados de agradecimento. Ele também terá de estar disposto a receber ingratidão. Agora, não devemos deixar que isso mude o nosso comportamento, fazendo
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OBCECADOS. ( Chambers )
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Está Obcecado Com Algo?
"Ao homem que teme ao Senhor..." Sal.25.12.
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Você se acha obcecado com algo? Talvez diga: "Com nada". Mas o fato é que todos nós nos apegamos a alguma coisa, em geral a nós mesmos, ou, se somos cristãos, à nossa experiência evangélica. O salmista diz que devemos ser apegados ao temor de Deus.
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Devemos estar permanentemente conscientes de Deus e não apenas pensar nele de vez em quando. Toda a nossa vida interior e exterior deve estar a ser influenciada pelo temor a Deus, pela consciência de sua presença. Uma criança é normalmente tão carente de sua mãe que, embora não esteja pensando nela, quando surge um problema, a primeira coisa que lhe ocorre é sua relação com ela. Assim devemos nós viver também, nos mover e existir em Deus, Act.17:28 e relacionar tudo com ele, por estarmos mais conscientes dele do que de qualquer outra coisa deste mundo.
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Samuel e Seus Mestres - C. H. Spurgeon

Nos dias de Eli, a palavra do Senhor era preciosa, e não havia visão aberta. Foi ótimo que quando a palavra veio mesmo, um indivíduo escolhido tinha o ouvido que escutava para recebê-la, e o coração obediente para executá-la. Eli não educou seus filhos para serem os servos dispostos e os ouvintes atentos à palavra do Senhor. Nisso lhe faltava a desculpa de ser incapaz, porque treinou a criança Samuel com bom êxito em ser reverentemente atento à vontade divina. Ah, que aqueles que são diligentes com as almas de outros olhassem bem as suas próprias famílias. Mas ai do pobre Eli--como muitos em nossos dias, fizeram-te guarda dos vinhedos, mas tua própria vinha tu não guardaste. Sempre que olhava a criança graciosa, Samuel, deve ter sentido a dor de coração. Quando se lembrava de seus próprios filhos negligenciados e não punidos, e como se tornaram vis aos olhos de toda Israel, Samuel era o testemunho vivo do que a graça pode operar quando as crianças são educadas no temor do Senhor; e Hofni e Finéias eram tristes exemplos do que a tolerância demasiada dos pais pode causar nos filhos dos melhores dos homens. Ai, Eli, se você tivesse sido tão cuidadoso com seus próprios filhos como com o filho de Ana, não teriam sido homens de Belial como foram, nem Israel teria detestado as ofertas do Senhor por causa da fornicação que aqueles réprobos sacerdotes cometiam bem na porta do tabernáculo. Ah, que tenhamos graça para cuidar de nossos pequeninos pelo Senhor, para que eles possam ouvir o Senhor quando ele se agradar em lhes falar.

Samuel foi abençoado com um pai gracioso, e, o que é mais importante ainda, era filho de uma mãe eminentemente santa. Ana era uma mulher de grande talento poético, como fica evidente pelo seu cântico memorável--"Meu coração exulta no Senhor; no Senhor minha força é exaltada. Minha boca se exalta sobre os meus inimigos, pois me alegro em tua libertação" (1Sm 2.1). A alma da poesia vive em cada sentença. Mesmo a Virgem Maria, a mais abençoada entre as mulheres, não pôde senão usar expressões de significado semelhante. Melhor ainda, Ana era uma mulher de grande oração. Fora uma mulher de espírito triste, mas suas orações pelo menos voltaram para ela em bênção, e Deus lhe concedeu esse filho. Ele era muito precioso para o coração de sua mãe, e ela, então, para mostrar sua gratidão, e em cumprimento do voto que na sua angústia havia feito ao Senhor, consagrou a coisa melhor que ela tinha, apresentando seu filho diante do Senhor em Siló--uma lição a todos os pais piedosos, para que não descuidem de dedicar seus filhos a Deus.
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Deus Inefável - Confissões - Agostinho

O Artigo anterior de Confissões foi:

Invocação a Deus

Deus é Inefável

O que és, portanto, meu Deus? O que és, pergunto eu, senão o Senhor meu Deus? “Quem é, pois, senhor, senão o Senhor? Ou quem é deus, senão nosso Deus?” (Sl 18.17).

Ò altíssimo, infinitamente bom, poderosíssimo, antes todo-poderoso, misericordiosíssimo, justíssimo, ocultíssimo, presentíssimo, belíssimo e fortíssimo, estável e incompreensível, imutável eu tudo mudo, nunca novo (é novo quem adquire algo que antes não possuía; portanto, quem é perfectível) e nunca antigo, tudo inovando(Ap 21.5), conduzindo à decrepitude os soberbos, sem que disto se apercebam (Jó 9.5), sempre em ação e sempre em repouso, recolhendo e de nada necessitando; carregando, preenchendo e protegendo; criando, nutrindo e concluindo; buscando, ainda que nada te falte.

Amas e não te apaixonas; tu és cioso(Gl 2.18; Zc1.14; 8.2), porém tranqüilo; tu te “arrependes” (Cf Gn 6.6) sem sofrer; entras em ira (Ex 4.14), mas és calmo; mudas as coisas sem mudar o teu plano; recuperas o que encontras sem nunca teres perdido; nunca estás pobre, mas te alegras com os lucros; não és avaro e exiges juros (Mt 25.27); nós te damos em “excesso” (Lc 10.35), para que sejas nosso devedor. Mas, quem possui alguma coisa que não SEJA TUA? Pagas as dívidas, sempre sem que devas a ninguém, e perdoas o que te é devido, sem nada perderes.

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Este texto está no tópico - Agostinho




A Presciência de Deus

Que controvérsias têm sido engendradas por este assunto no passado! Mas que verdade das Escrituras Sagradas existe que não se tenha tornado em ocasião para batalhas teológicas e eclesiásticas? A deidade de Cristo, Seu nascimento virginal, Sua morte expiatória, Seu segundo advento; a justificação do crente, sua santificação, sua segurança; a Igreja, sua organização, oficiais e disciplina; o batismo, a ceia do Senhor, e uma porção doutras preciosas verdades que poderiam ser mencionadas. Contudo, as controvérsias sustentadas não fecharam a boca dos fiéis servos de Deus; então, por que deveríamos evitar a disputada questão da presciência de Deus porque, com efeito, há alguns que nos acusarão de fomentar contendas? Que outros se envolvam em contendas, se quiserem; nosso dever é dar testemunho segundo a luz a nós concedida.

Há duas coisas referentes à presciência de Deus que muitos ignoram: o significado do termo e o seu escopo bíblico. Visto que esta ignorância é tão amplamente generalizada, é fácil aos pregadores e mestres impingir perversões deste assunto, até mesmo ao povo de Deus. Só há uma salvaguarda contra o erro: estar firme na fé. Para isso, é preciso fazer devoto e diligente estudo, e receber com singeleza a Palavra de Deus infundida. Só então ficamos fortalecidos contra as investidas dos que nos atacam. Hoje em dia existem os que fazem mau uso desta verdade, com o fim de desacreditar e negar a absoluta soberania de Deus na salvação dos pecadores. Assim como os seguidores da alta crítica repudiam a divina inspiração das Escrituras e os evolucionistas a obra de Deus na criação, alguns mestres pseudo-bíblicos andam pervertendo a presciência de Deus com o fim de pôr de lado a Sua incondicional eleição para a vida eterna.

Quando se expõe o solene e bendito tema da preordenação divina, e o da eterna escolha feita por Deus de algumas pessoas para serem amoldadas à imagem do Seu Filho, o diabo envia alguém para argumentar que a eleição se baseia na presciência de Deus, e esta “presciência” é interpretada no sentido de que Deus previu que alguns seriam mais dóceis que outros, que responderiam mais prontamente aos esforços do Espírito e que, visto que Deus sabia que eles creriam , por conseguinte, predestinou-os para a salvação. Mas tal declaração é radicalmente errônea. Repudia a verdade...

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Este texto está no tópico - Fundamentos da Fé Cristã




O Pragmatismo e a "igreja" hoje

O que é Pragmatismo?

Pragmatismo é a noção de que o significado ou o valor é determinado pelas conseqüências práticas. É muito similar ao utilitarismo, a crença de que a utilidade estabelece o padrão para aquilo que é bom. Para um pragmatista/utilitarista, se uma determinada técnica ou um curso de ação resulta no efeito desejado, a utilização de tal recurso é válida. Se parece não produzir resultados, então não tem valor.

O pragmatismo como filosofia foi desenvolvido e popularizado no final do século passado pelo filósofo William James, junto com outros intelectuais famosos como John Dewey e George Santayna. Foi William James que deu o nome e molde à nova filosofia. Em 1907, ele publicou uma coleção de preleções intitulada Pragmatismo: Uma Nova Nomenclatura para Algumas Velhas Formas de Pensar. Assim, delineou uma nova abordagem para a verdade e a vida.

O pragmatismo tem suas raízes do darwinismo e no humanismo secular. É inerentemente relativista, rejeitando a noção dos absolutos - certo e errado, bem e mal, verdade e erro. Em última análise, o pragmatismo define a verdade como aquilo que é útil, significativo e benéfico. As idéias que não parecem úteis ou relevantes são rejeitadas como sendo falsas.

O que há de errado com o pragmatismo? Afinal de contas, o bom senso requer uma dose de pragmatismo legítimo, não é mesmo? Se uma torneira que vazava constantemente volta a funcionar após Ter sido substituído o "reparo" gasto, é razoável supor que o problema estava no "reparo" gasto. Se o medicamento receitado por seu médico tem efeitos colaterais, ou se não produz o resultado esperado, você precisa solicitar-lhe um remédio que funcione. Realidades pragmáticas simples como essas são, por si mesmas, óbvias.

Quando o pragmatismo, entretanto, é utilizado para formularmos juízo acerca do certo e do errado ou quando se torna a filosofia norteadora da vida, da teologia e do ministério, acaba, inevitavelmente, colidindo com as Escrituras. A verdade espiritual e bíblica não é determinada baseando-se no que "funciona" ou no que "não funciona". Sabemos por intermédio das próprias Escrituras, por exemplo, que o evangelho freqüentemente não produz uma resposta positiva (1 Co 1:22,23 e 2:14). Por outro lado, as mentiras satânicas e o engano podem...

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Segunda-feira, Setembro 18, 2006

Artigos Publicados Hoje


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Devocionais:
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01 - Levantai-vos. (Spurgeon)
02 -Cingidos. (Lutero)
03 -Princípios. (Meyer)
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Olhe Tudo Através da Cruz
( Tópico - C. H. Spurgeon).
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O Mal Futuro
(Tópico - Martinho Lutero)
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William Romaine
(Tópico - Biografia)
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O Dever de Reprovar o Próximo
Wesley
(Tópico - Artigos Teológicos [ sermões ] )
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Devocionais - 18 de Setembro

DEVOCIONAIS
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LEVANTAI-VOS - (C. H. Spurgeon)
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“E disse-lhes: Por que estais dormindo? Levantai-vos, e orai, para que não entreis em tentação”, Lucas 22:46
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Quando é que o crente mais quer dormir? Não é precisamente quando as circunstâncias não ajudam, quando tudo é difícil? Não é assim consigo também? Quando os problemas se acumulam e não nos permitem aproximar daquele trono de graça e perdão, quando menos queremos ser vigilantes e oportunos, quando mais precisamos de ser e estar assim oportunamente diante de Deus.
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As estradas fáceis também trazem sonolência a quem cavalga. Também aqui encontramos poucas pessoas que querem permanecer acordadas. Os crentes não adormecem com muitos leões por perto. Ou quando atravessam um rio perigoso, ou quando lutam com Apolião, mas apenas quando já subiram até meio daquela montanha penosa e chegam a bom porto. Ali sim, até um leão pode estar escondido que ninguém supõe ser possível ser tragado vivo! Será ali quando um peregrino adormece para perdição sua. Os locais onde os peregrinos descansam, onde o perfume do descanso convida e se realça, onde a brisa suave sopra um som relaxante, onde tudo contribui para que pestaneje e isto enquanto o príncipe, o Filho do Homem, está para chegar a qualquer momento.
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O diabo não dorme. Mas ele faz dormir.
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CINGIDOS - (M. Lutero)
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Leia em sua Bíblia: Lucas 12.35-48
Vamos ao seu encontro
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“Cingidos estejam os vossos corpos e acesas as vossas candeias”. (v. 35)
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Quem vai viajar deve colocar de lado suas vestes compridas e folgadas, e vestir roupa apertada. Cristo diz assim: Estejam preparados e prestem atenção no jogo; tenham as lâmpadas na mão e fiquem atentos, porque nada é certo. Pois a morte vai bater à sua porta, mas a que horas, ninguém sabe. Por isso, estejam à espera dessa hora.
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Devemos trabalhar como se jamais fôssemos morrer e, ao mesmo tempo, estar com o espírito preparado como se fôssemos morrer agora mesmo. Eis o que significa cingir o corpo: viver à espera de Cristo, o Noivo.
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PRINCÍPIOS. ( Meyer )
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Leia em sua Bíblia – Gn 1.1-19
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PRINCÍPIOS (1-5). Todos os começos devem principiar com Deus. Ponhamos sempre Deus em primeiro lugar.
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A primeira pedra de cada construção, nosso primeiro pensamento todos os dias, os objetivos e propósitos principais de todas as nossas atividades devem ser dedicados a Ele. Comecemos o livro do ano com Deus, e assim chegaremos ao final dele com a glória da nova Jerusalém.
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A princípio, como na criação física, nosso coração e vida podem parecer, “sem forma e vazios”. Não desanimemos. O Espírito de Deus está dentro de nós, pairando no meio das trevas e, oportunamente, sua luz brilhará. É a bendita presença do Senhor Jesus que se agita em nosso coração e, dentro em pouco, dirigirá nossa vida (Jo 1.4).
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A presença dele faz separação entre o bem e o mal. Precisamos distinguir entre Cristo e o Ego. Sigamos o clarão e não andaremos em trevas, mas teremos a luz da vida. Os dias de Deus começam ao entardecer, e terminam sempre ao amanhecer.
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Olhe Tudo Através da Cruz - C. H. Spurgeon

"O que significa esta cerimônia?" (Êxodo 12)

Nós devemos olhar tudo o que há neste mundo sob a luz da redenção, e assim o veremos corretamente. Faz uma diferença maravilhosa se você vê a providência do ponto de vista do merecimento humano ou do pé da cruz. Não vemos nada do modo real enquanto não o vemos através do vidro, o vidro vermelho do sacrifício expiatório. Use esse telescópio da cruz e então verá longe e claramente; olhe os pecadores através da cruz; olhe as alegrias e tristezas do mundo através da cruz; olhe o céu e inferno através da cruz. Veja o quanto era para ser realmente visível o sangue da Páscoa, e então aprenda de tudo isso a dar importância verdadeira ao sacrifício de Jesus--sim, dar-lhe toda a importância, pois Cristo é tudo.


Nós lemos em Deuteronômio, no sexto capítulo, versículo oito, com respeito às ordens da lei do Senhor, o seguinte: "Amarre-as como um sinal nos braços e prenda-as na testa. Escreva-as nos batentes das portas de sua casa e em seus portões." Observe, então, que a lei deve ser escrita logo ao lado dos memoriais do sangue. Na Suíça, nas vilas protestantes, podiam ser vistos textos da Escritura nos umbrais das portas. Seria tão bom que tivéssemos esse costume na Inglaterra. Quanto do evangelho poderia ser pregado aos passantes se textos bíblicos estivessem acima das portas dos cristãos! Poderia ser ridicularizado como farisaísmo, mas poderíamos nos acostumar. Poucos são sujeitos, nos dias de hoje, à acusação de serem religiosos demais. Eu gosto de ver textos da Escritura em nossos lares, em todos os cômodos, nas molduras acima das portas, e nas paredes; mas do lado de fora da porta - que beleza de anúncio o evangelho poderia ter por preço tão econômico.

Mas note que, quando o judeu escrevia nas colunas de sua porta uma promessa, um preceito ou uma doutrina, ele tinha de escrever sobre uma superfície manchada de sangue, e quando a Páscoa do ano seguinte chegava, ele tinha de aspergir o sangue com hissopo bem em cima da escrita. Parece-me ótimo pensar na lei de Deus ligada àquele sacrifício expiatório que o engrandeceu e o tornou honrável. Os mandamentos de Deus vêm para mim como homem remido; suas promessas são para mim como homem comprado pelo sangue, seu ensino me instrui como pessoa por quem a expiação já foi feita. A lei na mão de Cristo não é uma espada para nos matar, e sim uma jóia para nos enriquecer. Toda a verdade aceita em relação à cruz é muito incrementada em seu valor. A Santa Escritura torna-se preciosa sete vezes mais quando vemos que ela vem a nós como sendo remidos do Senhor, e traz em cada página marcas daquelas mãos queridas que foram pregadas na cruz por nós.
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O Mal Futuro ou o Mal a Nossa Frente - Martinho Lutero

Qualquer mal presente será bastante aliviado se voltares teu pensamento para os males futuros, que são tantos, tais e tão grandes que só a um deles é atribuído aquele grande e único dos principais sentimentos chamados temor; de acordo com a definição de alguns, e temor é o sentimento, chamado do mal futuro, de sorte que também o apóstolo diz em Rm 11.20: “Não sejas soberbos, mas teme”. E este mal é tanto maior quanto mais é incerto como será e em que medida, de maneira que se tornou comum o provérbio popular: “Não há idade imune à sarna”, ainda que este seja uma doença infantil, de crianças pequenas.

A tal ponto ninguém está livre e a salvo dos males de qualquer outra pessoa, mas qualquer coisa que um sofre, o outro também o pode sofrer. Isso vale para todos os acontecimentos históricos e tragédias de todos os tempos, os lamentos do mundo inteiro.

Vale, de acordo com o que certas pessoas observaram para as mais de 300 doenças que podem fazer sofrer o corpo humano. Se existem tantas doenças, de quantos outros males, achas, são atacados os bens, os amigos, por fim, a própria mente, que de todos os males é o objeto principal e o único receptáculo da tristeza e dos males?

A força e a percepção dos males aumenta quanto mais elevado e digno for o status no qual a miséria, a ignomínia e tudo quanto é coisa indigna (podem ocorrer ). E como também podem acontecer de repente, é necessário temê-las a toda hora, pois todas pendem de um tênue fio, como aquela espada que o tirano Dionísio ( Governante de Siracusa no século IV a.C. ) suspendeu sobre a cabeça de seu convidado.

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William Romaine - Biografia


BIOGRAFIAS


William Romaine
(Um dos Grandes Líderes do Grande Avivamento Inglês do Século XVIII)


A verdadeira Igreja de Cristo é curiosamente similar a um exército bem equipado. Todos os soldados de um exército devem fidelidade a um mesmo soberano, e estão todos engajados em uma mesma causa. Eles são comandados por um general, e lutam contra um adversário comum. Mas, ainda assim, há clara variedade e diversidade entre eles. Cavalaria, infantaria e artilharia, têm cada um seu modo peculiar de combate. Cada pelotão é útil em seu modo de combater. E a combinação bem balanceada de todos três é que dá ao exército eficiência e poder.

Exatamente o mesmo ocorre com a verdadeira igreja de Cristo. Todos os seus membros amam o mesmo Senhor, e são guiados pelo mesmo Espírito. Todos travam o mesmo combate contra o pecado e o diabo, e todos crêem no mesmo Evangelho. Mas o trabalho de um soldado de Cristo não é o mesmo de outro. Cada um é designado pelo Grande Capitão para preencher sua posição específica, e cada um é especialmente útil em seu próprio departamento.

Pensamentos como estes passam pela minha mente quando eu deixo Whitefield, Wesley e Grimshaw, e vou para o quarto herói espiritual do século passado (XVIII) - William Romaine. Quanto à doutrina e piedade prática, os quatro bons homens, de um modo geral, pensavam unanimemente. Quanto ao modo de trabalhar, eles foram curiosamente diferentes uns dos outros. Whitefield e Wesley eram a cavalaria espiritual que percorria o país e podiam ser encontrados nos mais diversos lugares. Grimshaw era um soldado de infantaria, que tinha seu quartel general em Haworth e nunca foi muito longe de casa. Romaine, entretanto, era um comandante de artilharia pesada, que ocupava uma cidadela no coração de uma metrópole, e raramente ultrapassava para além de suas muralhas. Não obstante, estes quatro homens foram poderosos instrumentos para o bem nas mãos de Deus; e nenhum deles poderia ser dispensado. Cada um fez um bom serviço na sua própria linha; e não menos útil, eu espero mostrar, foi o Reitor de Blackfriars, William Romaine. No que diz respeito aos, assim chamados, dons populares, sem dúvida ele não se igualou aos seus três grandes contemporâneos, mas provavelmente nenhum dos três estava tão preparado como ele para ocupar a posição que ocupou em Londres.

William Romaine nasceu em Hartlepoor, no Condado de Durham, no dia 25 de setembro de 1714. Seu pai foi um dos protestantes franceses que se refugiaram na Inglaterra depois da revogação do Edito de Nantes; estabeleceu-se em Hartlepool, como comerciante de cereais, e parece ter prosperado no negócio. De qualquer modo, o pai de William Romaine educou uma família de dois filhos e três filhas, e, ao falecer, em 1757, com a elevada idade de oitenta e cinco anos, era reputado um homem de elevado caráter, gentil e estimado.

Há toda razão para se crer que os pais de Romaine eram pessoas decididamente piedosas, e que, desde seus primeiros anos, Romaine viu o verdadeiro Cristianismo tanto ser ensinado, como vivido em sua própria casa. O valor deste raro privilégio dificilmente pode ser superestimado. As sementes de uma longa vida de serviços e utilidades foram certamente semeadas pelo Espírito Santo em sua casa, em Hartlepool. Romaine nunca esqueceu isto. Em uma carta escrita a um amigo, quando já estava com setenta anos de idade, ele usa a seguinte expressão: ‘‘O Sr. Whitefield freqüentemente costumava me lembrar o quão singularmente favorecido eu fui. Ele não tinha nenhum convertido na sua família, enquanto q