Consideremos a MANEIRA
COMO essa Pessoa IRIA NOS Substituir. Após escolher a pessoa para ser o nosso
Redentor, o passo seguinte da sabedoria divina seria escolher a maneira pela
qual essa pessoa realizaria a obra da redenção.
Se Deus tivesse
revelado quem realizaria essa obra e não tivesse revelado nada além disso,
nenhuma outra criatura poderia imaginar a maneira pela qual essa pessoa
realizaria essa obra. E se Deus tivesse dito a elas que o Seu Filho Unigênito
seria o Redentor, e que somente Ele era pessoa adequada e suficientemente
competente para essa tarefa, mas tivesse pedido às Suas criaturas que
planejassem a maneira como essa Pessoa, adequada e competente, deveria
proceder, poderíamos imaginar que toda a sabedoria humana criada seria
considerada um esforço inútil para fazer tal suposição.
A primeira coisa que
deveria ser feita seria transformar esse Filho de Deus em nosso Representante e
Fiador, de modo que Ele fosse um substituto no lugar do pecador. Mas qual das
inteligências criadas poderia conceber algo como: o Filho de Deus, eterno e
infinitamente amado, sendo o substituto no lugar dos pecadores? O Filho de Deus
no lugar de um pecador, de um rebelde, de um objeto da ira de Deus?
Quem poderia pensar
numa pessoa que possui glória infinita representando vermes pecadores, os quais
se tornaram infinitamente provocadores e abomináveis por causa de seu pecado?
Pois se o Filho de Deus fosse o substituto do pecador, conseqüentemente, o
pecado do pecador deveria ser lançado sobre Ele.
Ele precisaria levar a
culpa do pecador sobre Si. Teria de submeter-Se à mesma Lei à qual o homem
estava sujeito, tanto no que se refere aos mandamentos, quanto no se refere às
punições. Quem poderia pensar em semelhante coisa com relação ao Filho de Deus?
Mas podemos ir além disso.
"Para que, pela
igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida, agora, dos
principados e potestades nos lugares celestiais" - Efésios 3.10






