Eis-me aqui - Não posso
fazer de outro modo. Por natureza o homem sempre deseja romper com Deus e afastar-se
dEle ... (devido a seu) orgulho. «... se tornaram nulos em seus próprios
raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por
sábios, tornaram-se loucos. . .» (Romanos 1.21,22).
O passo final é
rejeitar por completo a revelção de Deus e substituí-la por suas próprias
idéias e raciocínios. Recusam o conhecimento de Deus, oferecido e dado, mas,
sentindo ainda a falta e a necessidade de uma religião, põem-se a fazer o seu
próprio deus ou deuses e então os cultuam e servem.
O homem crê em sua
própria mente e em seu próprio entendimento, e o maios insulto que se lhe pode
fazer é dizer-lhe, como o fez Cristo, que ele tem que se tornar como uma
criança e que tem que nascer de novo.
O homem rebela-se
contra Deus como Ele é e como Se revela. Chega a odiá-lO por Sua bondade. E
então começa a fazer os seus deuses.... Seja o que for que queremos fazer
quanto ao nosso mundo, quaisquer que sejam os nossos planos e idéias com
relação ao futuro, se ignorarmos este fato básico, tudo será em vão convidar (o homem) como ele é para seguir a
Cristo não basta.
Ele deve encarar a
verdade terrível — nua e crua — a respeito de si e de sua atitude para com
Deus. Somente quando entender essa verdade é que estará pronto para crer de
fato no Evangelho e volver a Deus. Essa é a tarefa da igreja; essa é nossa
tarefa. Estaremos dispostos a iniciá-la examinando-nos a nós mesmos? Aceitamos
a revelação de Deus como nos é dada na Bíblia, ou baseamos nossas opiniões em
alguma filosofia humana?
Acaso tememos ser
chamados antiquados ou. .alienados da nossa época porque cremos na Bíblia?
Ademais, Deus é central e supremo em nossas vidas? glorificamo-lo realmente e
demonstramos aos outros que lutamos constantemente para ser agradáveis à Sua
vista? Finalmente, estamos fazendo isso tudo como homens e mulheres tão cheios
de reconhecimento e gratidão que podemos dizer com alegria: «Amor tão
admirável, tão divino, requer minha alma e vida e todo o ser.»?
The Plight of Man and the Power of God, p. 21-4.






