"Que
(o amor) não seja imortal, posto que é chama
Mas
que seja infinito enquanto dure". - Vinícius de Moraes
Isso é poético? É! É
Arte? É! É poesia? Certamente. É o que as pessoas chamariam alegremente de
"Graça comum".
Mas também é exatamente
o oposto do que Deus revelou ser amor e a visão divina de fidelidade.
Ironicamente o nome dos versos é "Soneto da Fidelidade" -
Uma fidelidade bem estranha aos olhos de Deus.
Essa idéia é que baliza
a frase tão comum nas famílias que são despedaçadas: O amor acabou!
As coisas mais
"belas" de uma cultura (que achamos poder tornar boa simplesmente com
o título: "Graça comum" ) - na verdade expressam a depravação dessa
cultura e sociedade.
“Graça comum” tem se
transformado, infelizmente, na boca de muitos, simplesmente uma tentativa de
justificar o nossos desejos e gostos que muitas vezes não passam da expressão
mundana de nossos corações. Tudo que os homens produzem dependem das faculdades
e das coisas boas que Deus lhes deu, o que não significa que o resultado,
apesar da bondade daquele que deu essas faculdades e habilidades, seja algo
agradável a Deus. Pelo contrário, muitas vezes o homem usa o que de melhor
recebeu de Deus para aumentar em muito Sua ira sobre Ele.






