"Como pode um ser
humano ser ‘tudo’ para outro? Nenhuma relação humana pode suportar o fardo da
divindade, e a tentativa leva a se pagar um preço alto inevitavelmente e de
alguma forma para ambas as partes... Se o seu parceiro e o seu “tudo”, em
seguida, qualquer falha dele se torna uma grande ameaça para você... Afinal,
o que é que nós queremos quando elevamos o parceiro amoroso para uma condição
de Deus? Queremos redenção – nada menos. Queremos nos livrar de nossos
defeitos, de nosso sentimento de nada, queremos uma identidade... Queremos ser
justificados, queremos ver que nossa vida não tem sido em vão... não era pra
ser necessário, mas agora é necessário dizer que nosso parceiro não pode ser
nem fazer isso”
Ernest
Becker, A negação da
morte ( New York, 1973) – pg 166,167
O romance é uma
experiência gloriosa dentro daquilo que ele foi criado para ser. Uma
experiência gloriosa, mas não é a experiência humana final. E a necessidade de
que ela seja mais do que foi criada para ser, destrói o que ela se destina ser.
Devemos amar o
suficiente para não permitir que a pessoa amada nos forneça nossa finalidade, e
sim lhe abraçar como um lembrete precioso do amor infinito do nosso Salvador.
" Eu vos tenho
amado com um amor eterno . "- Jeremias 31:3






