Demos nossas razões para
crer ainda no antigo Evangelho no mundo moderno. Nossa primeira razão ... o que
o homem como tal não mudou nada. Todas as mudanças de que os homens se gabam
tanto, são externas. Não são mudanças operadas no homem propriamente dito, mas
apenas em seu modo de agir, em seu meio ambiente -. «Mas decerto há algum
engano», dirá alguém. «Você ainda não viu o homem moderno viajando em seu avião
a mais de seiscentos quilômetros por hora?
Você quer sugerir que
ele é idêntico ao homem do passado que andava a pé, a seis quilômetros por
hora?» Mas espere um momento. Vamos examinar estes dois homens. Aí vão eles, um
a mais de seiscentos quilômetros por hora, o outro a seis quilômetros por hora.
A questão vital que requer resposta em cada caso é: qual é o objetivo da
viagem? ... precisamente o mesmo em ambos os casos.
Os indivíduos vão indo
namorar, ou guerrear, ou negociar, ou vão decididos a desfrutar prazer. Há
somente uma real diferença entre os dois. É a velocidade em que viajam rumo à
mesma meta. Qual é, na realidade, a precisa diferença existente entre o orgulho
que o homem moderno tem de sua cultura e sofisticação, e o orgulho dos homens
que, nos albores da história, tentaram erigir até o céu a torre de Babel?
... Não faz parte do
nosso propósito difamar ou depreciar o poder e a capacidade do homem moderno.
... Ele até conseguiu dividir o átomo, (a fissão nuclear)! Contudo ... ele tem
sido incapaz de imaginar um novo pecado. Todos os pecados que estão sendo
cometidos no mundo moderno você os verá mencionados no Velho Testamento. ...
O homem como tal,
absolutamente não muda. Ele ainda continua sendo a mesma personagem
contraditória que sempre foi, desde a queda. Essa é a nossa primeira razão para
continuar a apresentar-lhe o antigo Evangelho de Jesus Cristo.
Truth
Unchanged, Unchanging, p. 110-112.






